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::: M&M Medieval – Parte I – Definições da Campanha :::

“A lâmina reluzia as faces amedrontadas dos seus inimigos, cem homens haviam perecido com golpes carregados de fúria e ódio. O guerreiro tornara-se invencível. Olhou para o horizonte, hordas de criaturas desfiguradas ansiavam pelo seu sangue, seus passos faziam a terra tremer, mas ele continuava imóvel, vendo a chuva que caia suavizando o odor da morte. Segurou sua espada decidido a livrar o mundo de uma vez por todas daquele mal. Ele era o exército de um homem só”.

Jogadores sempre desejaram ter o verdadeiro poder em mãos, um poder extremamente destrutivo, digno de semi-deuses (nos últimos níveis é claro). Tudo depende do tom da campanha, ou seja, de suas definições.

Ao definir uma campanha de fantasia medieval no m&m o Mestre deve decidir os limites para determinadas habilidades especiais (poderes), o nível tecnológico, mágico e fantástico dela. O suplemento que trata sobre o assunto está no forno e chama-se Warriors & Warlocks (Editora Green Ronin), mas não espere uma tentativa de adaptação do D&D para esse lançamento, acredito que a equipe de desenvolvedores do M&M fará um guia para auxiliar os Mestres a sintonizar sua campanha ao tom medieval.

Por enquanto que o livro não sai, tentarei passar minha experiência com várias aventuras medievais narradas no estupendo sistema. Para aqueles que já jogaram no sistema m&m não é novidade que ele é genérico e livre, o problema que tamanha liberdade confunde demais os jogadores, já perdi a conta de quantas perguntas já respondi sobre a caracterização das classes padrão (Guerreiro, Mago, Ladino, Assassino, Ranger, Druida, Clérigo, Palada, etc…).

Morram vermes insanos!

Você quer poder, vai ter poder!

Como a criação depende exclusivamente do conceito que o jogador escolhe para o personagem, é normal que todo mundo fique perdido. Quais feitos ficam melhor no meu guerreiro? Quais magias meu mago conhece? Para aqueles que passaram pela escola D&D fica difícil romper as correntes tão rapidamente. É aí que o mestre deve dar maior suporte, porque os jogadores irão perceber que não há uma Classe para Guerreiro, ou um tipo de Mago, existem infinitas variações!!!

Quem nunca desejou criar um Gatts, ou um Caçador acompanhado do seu fiel “pet”, ambos com habilidades distintas e numa sinergia impecável, quem nunca desejou um Warlock verdadeiramente destruidor?

O mestre deve deixar claro que tudo é possível, sempre respeitando os limites definidos pelo nível de poder! Para facilitar a criação dos personagens, sugiro a utilização de Templates de classes criados previamente, nos próximos posts darei minhas sugestões (cada Mestre pode ter seus próprios templates adequados a sua campanha!).

Até mais!!!

Fim da Transmissão.

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